domingo, abril 18, 2010

Eu quero, eu posso, eu sinto


Gosto dos Sábados de manhã, dos passeios com a minha mãe. De contar sobre todos os assuntos, da minha despreocupação. Só algumas pessoas entendem tão bem, a minha necessidade dever os outros. De os analisar sem ser em demasia. Mas ver os seus gestos. Uma criança, que ocupava o lugar ao meu lado, comia um bolo que parecia conter todo o chocolate do mundo, e gritava á mãe “Quero um Ice tea de Ananás”, e quando a mãe lhe tentou explicar que não havia esse “sabor”, ele gritou ainda mais “Mas eu quero de Ananás”.Devia ser sempre assim, a nossa compreensão devia limitar-se ao que realmente queremos entender e nada mais.